segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Patativa do Assaré - Liliana n.o 19
Patativa do Assaré ( Antônio Gonçalves da Silva), asceu em 5 de março de 1909, na cidade de Assaré (Ceará). Foi um dos mais importantes representantes da cultura popular nordestina.
Dedicou sua vida a produção de cultura popular. Com uma linguagem simples, porém poética, destacou-se como compositor, improvisador e poeta. Produziu também literatura de cordel, porém nunca se considerou um cordelista.
Na sua infância presenciou vários momentos de dificuldade. Nasceu numa família de agricultores pobres e perdeu a visão de um olho. O pai morreu quando tinha oito anos de idade.Para sustentar a família começou a trabalhar na roça.
Aos doze anos de idade estudou em uma escola, porém ficou poucos meses lá. Nesta época, começou a escrever seus próprios versos e pequenos textos.
Dedicou sua vida a produção de cultura popular. Com uma linguagem simples, porém poética, destacou-se como compositor, improvisador e poeta. Produziu também literatura de cordel, porém nunca se considerou um cordelista.Na sua infância presenciou vários momentos de dificuldade. Nasceu numa família de agricultores pobres e perdeu a visão de um olho. O pai morreu quando tinha oito anos de idade.Para sustentar a família começou a trabalhar na roça.
Aos doze anos de idade estudou em uma escola, porém ficou poucos meses lá. Nesta época, começou a escrever seus próprios versos e pequenos textos.
Aos dezesseis anos, ganhou da mãe uma pequena viola. Muito feliz, passou a escrever, cantar e se apresentar em pequenas festas da cidade.
,Aos vinte anos ganhou o apelido de Patativa, pois é um nome de um pássaro de lindo canto. Nesta época, começou a viajar por algumas cidades nordestinas para se apresentou como violeiro. Cantou também diversas vezes na rádio Araripe.
Patativa do Assaré faleceu no dia 8 de julho de 2002 em sua cidade natal.
,Aos vinte anos ganhou o apelido de Patativa, pois é um nome de um pássaro de lindo canto. Nesta época, começou a viajar por algumas cidades nordestinas para se apresentou como violeiro. Cantou também diversas vezes na rádio Araripe.
Patativa do Assaré faleceu no dia 8 de julho de 2002 em sua cidade natal.
domingo, 4 de setembro de 2011
Definição de xilogravura- Isabela n°13 7A
A xilogravura era uma técnica em que era usado um pedaço de madeira que possibilitava a reprodução da imagem gravada no papel ou em um outro lugar adequado. Usava-se um rolo de borracha para passar tinta na parte elevada da madeira, criando uma figura em alto relevo no papel. Para a impressão é preciso somente passar a tinta no pedaço de madeira, colocar o papel por cima, cuidadosamete, e pressionar. A xilogravura presta tão bem às ilustrações das capas de cordel porque ela é uma técnica bem simples e barata. A matriz é o taco de madeira gravado com instrumentos de corte. A entintagem é quando a tinta é colocada sobre os lugares do pedaço da madeira que não foi gravada com instrumentos de corte, a tinta é colocada através de um "rolinho".


fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
http://www.teatrodecordel.com.br/xilogravura.htm
http://www.edukbr.com.br/estudioweb/ativ_antigas/cordel/xilo.htm
ilustração de cordel- meu personagem
fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
http://www.teatrodecordel.com.br/xilogravura.htm
http://www.edukbr.com.br/estudioweb/ativ_antigas/cordel/xilo.htm
histórico da xilogravura
Sarah Jin Hee Kim n 28 7A
A xilogravura já era conhecida dos egípcios, indianos e persas, que a usavam para a estampagem de tecidos. Mais tarde, foi utilizada como carimbo sobre folhas de papel para a impressão de orações budistas na China e no Japão.
fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura
A xilogravura já era conhecida dos egípcios, indianos e persas, que a usavam para a estampagem de tecidos. Mais tarde, foi utilizada como carimbo sobre folhas de papel para a impressão de orações budistas na China e no Japão.
No ocidente, ela já se afirma durante a Idade Média. No século XVIII duas inovações revolucionaram a xilogravura. A chegada à Europa das gravuras japonesas a cores, que tiveram grande influência sobre as artes do século XIX, e a técnica da gravura de topo criada por Tomas Bewick.
Tomas Bewick teve a ideia de fazer a técnica em madeira ou em metal mais pra ser usada para arte e artesanato.Emanoel Araújo- Priscilla no.24 7A
Emanoel Alves de Araújo nasceu na Bahia cidade de Santo Amaro da Purificação em 15 de novembro de 1940, é escultor, desenhista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo.
Emanuel é filho de pai cafuzo e mãe mestiça, descendente da terceira geração de grandes ourives.
Mudou para Salvador com a intenção de cursar Arquitetura, porém suas constantes visitas à exposições e museus fez seus planos mudarem quando se matriculou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, onde teve aulas de gravura com o mestre Henrique Oswald, artista que por admiração queria que Emanuel fosse seu substituto no ensino universitário.
Foi diretor do Museu de Arte da Bahia de 1981 a 1983.
Quando estava morando em São Paulo foi diretor da Pinacoteca do Estado (1992 a 2002), recebeu menção honrosa especial da Associação Brasileira de Críticos de Arte (1999), foi curador e diretor do Museu Afro-Brasil, do qual possuia obras de sua coleção (2004) e assumiu o cargo de Secretário Municipal de Cultura, do qual renunciou poucos meses depois (2005).
Em Brasília, foi membro convidado da Comissão dos Museus (1995) e do Conselho Federal de Política Cultural (1996), instituídos pelo Ministério da Cultura.
Lecionou artes gráficas, desenho, escultura e gravura no College University of New York por um ano.
Realizou várias exposições individuais e coletivas por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão e recebeu diversos prêmios.
As suas raízes (descendente de criativos ourives), sua cidade natal (região tipicamente baiana de infindáveis belezas naturais) e suas idéias de representar o mundo à sua volta (seja sobre o passado ou sobre o presente como a escravidão, a perda da terra para os colonizadores, a presença africana na cultura brasileira e outros tantos fatores) foram de excepcional importância para a execução de seus trabalhos para Emanoel Araújo.
Araújo é considerado um extraordinário escultor. Suas obras tridimensionais se destacam pelas grandes dimensões, pelos relevos e pela formas integrantes nas edificações urbanas.
Por amor à arte e à cultura, Emanuel Araújo liderou, uma gigantesca reestruturação na Pinacoteca do Estado de São Paulo (um dos roteiros turísticos culturais da cidade) nos anos 90, transformando o prédio num dos principais museus do país, apto a receber grandes exposições nacionais e internacionais.
Aranha- escultura de Emanoel Araújo
Emanoel Araújo
Banguela- meu personagem
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Abraão Batista - Mariana nº21
Abraão Batista nasceu em Juazeiro do Norte, no Ceará, dia quatro de Abril, em 1985. É poeta e professor de biofísica universitário aposentado, formado em farmácia. Faz cordéis a mais de trinta anos, trinta e um anos para ser exato. Quando menino, sua mãe o contava histórias de cordel, daí se encantou com a obra. Sua mãe era de Pernambuco e seu pai era potiguar, se conheceram e casaram em Juazeiro do Norte, no Ceará, onde Abraão nasceu e vive até hoje. Abraão Batista Abraão Batista
Alguns cordeis:
Convesa da Caapora com o Saci Pererê
A anatomia do Beijo
Como onde vivia não havia cursos do colegial, estudou em Fortaleza, lá ele fez segundo grau e sua faculdade. Morou em frente ao estabelecimento de sua irmã, que ficara viúva naquela época. Conheceu sua mulher, pernambucana como sua mãe, então eles se casaram e voltaram para Juazeiro do Norte. Na época o governo não tinha condição financeira para montar laboratórios no interior. Abraão foi suspenso, por conta do escândalo nacional de exames de mentira, e ele foi ver navios, mergulhou vinte e dois anos no magistério. Em 1968, nasceu sua segunda filha por isso começou a fazer xilogravuras e cordéis. Quando o Papa caçou 44 santos católicos. Usando esse assunto, fez um cordel chamado “A entrevista de um jornalista de Juazeiro do Norte com os 44 santos caçados”, que obteve um bom resultado. Apesar de nunca ter resistido à literatura, se esforçou a uma produção que já chegou a 190 títulos de cordel. Uma de suas obras que teve mais sucesso é: "O Homem que Deixou a Mulher para Viver com uma Jumenta na Paraíba". Abraão, leva suas obras a várias regiões do Brasil e do mundo, é fundador do Centro de cultura Mestre Noza e da Associação dos Artesãos do Padre Cícero, isto é, um lugar onde juntam vários artistas, que cooperam para a organização e valorização da atividade do artesanato da cidade.
Alguns cordeis:
Convesa da Caapora com o Saci Pererê
A anatomia do Beijo
Varios Cordeis...
Bibliografias e links: http://www.mauc.ufc.br/expo/2002/03/abraao1.html
sábado, 20 de agosto de 2011
Cordel- Blog
Personagens:
Meu nome é Queijo
Sou um rato muito bagunçeiro,
Gosto que me deem um beijo
E adoro dormir em meu travesseiro
Sou uma abelhinha,
Mas podem me chamar de Zoiudinha
Sou muito sapequinha,
E adoro minha barriguinha.
Harry Potter é o meu nome,
Salvo vários animais
Faço muitos feitiços
Por isso sou demais!
Meu nome é Lilica
E adoro me aventurar.
E com meus amigos,
Eu gosto de brincar..
Meu nome é Banguela,
Vivo com a Cruela,
Pois sou um morcego.
E eu gosto muito dela!
Cruela sou eu
Tudo é meu,
Odeio o mundo
Por isso, todos vão ao fundo.
História:
Haviam três amiguinhos
Que navegavam no barquinho,
Todos juntos brincavam
E também cantavam.
Como toda história tem um lado das trevas.
Havia Cruela uma malvada sereia,
Que gostava de comer areia
Cruela tinha um capanga chamado Banguela
Que tinha um forte amor por ela.
Em um belo dia, uma coisa aconteceu
Estavam dormindo no barquinho
Quando a sereia apareceu
Com seu canto misterioso petrificou os amiguinhos.
Banguela cansado das ordens de Cruela,
Levantou uma placa e Harry Potter chamou
Em sua vassoura mágica voou
E logo ele chegou.
Desesperado Banguela tudo contou
Cruela tentou fugir
Mas Harry Potter a matou
E novamente, todos voltaram a sorrir!
Meu nome é Queijo
Sou um rato muito bagunçeiro,
Gosto que me deem um beijo
E adoro dormir em meu travesseiro
Sou uma abelhinha,
Mas podem me chamar de Zoiudinha
Sou muito sapequinha,
E adoro minha barriguinha.
Harry Potter é o meu nome,
Salvo vários animais
Faço muitos feitiços
Por isso sou demais!
Meu nome é Lilica
E adoro me aventurar.
E com meus amigos,
Eu gosto de brincar..
Meu nome é Banguela,
Vivo com a Cruela,
Pois sou um morcego.
E eu gosto muito dela!
Cruela sou eu
Tudo é meu,
Odeio o mundo
Por isso, todos vão ao fundo.
História:
Haviam três amiguinhos
Que navegavam no barquinho,
Todos juntos brincavam
E também cantavam.
Como toda história tem um lado das trevas.
Havia Cruela uma malvada sereia,
Que gostava de comer areia
Cruela tinha um capanga chamado Banguela
Que tinha um forte amor por ela.
Em um belo dia, uma coisa aconteceu
Estavam dormindo no barquinho
Quando a sereia apareceu
Com seu canto misterioso petrificou os amiguinhos.
Banguela cansado das ordens de Cruela,
Levantou uma placa e Harry Potter chamou
Em sua vassoura mágica voou
E logo ele chegou.
Desesperado Banguela tudo contou
Cruela tentou fugir
Mas Harry Potter a matou
E novamente, todos voltaram a sorrir!
imagem do cordel - Mariana nº21
Imagem do cordel - Thais nº29
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